Cidades - CAMPINAS-SP
Com pouco mais de 260 anos de história, a cidade de Campinas ocupa hoje uma área de 801 km², com 1.080.999 habitantes, segundo o Censo de 2010, o que a colocou como a terceira mais populosa de São Paulo (ficando atrás somente de Guarulhos e da capital), e a 14ª de todo o país.
Distante 97 km da capital, ela faz parte de um dos pólos metropolitanos da cidade de São Paulo, desempenhando importante papel estratégico no desenvolvimento estadual através da indústria, serviços e geração de tecnologia, além de contar com importantes Universidades.
Em 2010, segundo dados do Censo IBGE, a população campineira era composta por 716.386 brancos (66,33%); 74.656 pretos (6,91%); 274.588 pardos (25,42%); 13.275 amarelos (1,23%); 1.043 indígenas (0,10%); além dos 165 sem declaração (0,02%). A cidade recebeu imigrantes principalmente durante o século 20, que foram atraídos pelo grande crescimento das indústrias locais, e também pelo desenvolvimento do cultivo da cana-de-açúcar. Hoje, grande parte deles está concentrada na região conhecida como Pedra Branca, onde há predomínio de descendentes de japoneses, portugueses e italianos.
Campinas surgiu na primeira metade do século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí. Localizado às margens de uma trilha aberta entre 1721 e 1730 por paulistas do Planalto de Piratininga, trilha essa que seguia em direção às recém descobertas minas de Goiás, o povoamento do Bairro Rural do Mato Grosso teve início com a instalação de um pouso de tropeiros nas proximidades da Estrada de Goiás. O pouso das Campinas do Mato Grosso, erguido em meio a pequenos descampados, ou campinhos, em uma região de mata fechada, impulsionou o desenvolvimento de várias atividades de abastecimento e promoveu uma maior concentração populacional, reunindo-se neste bairro rural em 1767, 185 pessoas.
Na segunda metade do século 18 ganhava forma na região uma outra dinâmica econômica, política e social, associada à chegada de fazendeiros procedentes de Itú, Porto Feliz, Taubaté e outros lugares. Esses homens procuravam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando para tanto a mão de obra escrava. E foi por força e interesse desses fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se transformou em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842), período em que as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Os cafezais nasceram nas fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas. No mesmo período (segunda metade do século 19), a cidade iniciava a "modernização" dos seus meios de transporte, de produção e de vida, mas guardando até hoje, na memória da cidade, alguns aspectos dessas transformações.
Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectiva de impulsionar velhos e novos talentos, como o de pólo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
Ao mesmo tempo, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do Estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agro-indústrias e estabelecimentos diversos). Entre as décadas de 1930 e 1940, portanto, a cidade passou a vivenciar um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera (1948), Rodovia dos Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont (década de 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infra-estrutura urbana, conquistaram melhores condições de urbanização entre as décadas de 1950 a 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava quinze vezes sua área física, e a população, cerca de cinco vezes. De maneira especial, entre as décadas de 1970/1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente duplicar de tamanho.
Fonte: IBGE e Prefeitura Municipal http://www.campinas.sp.gov.br/






muito legal amei ler esse esse textoo :D
sou uma pessoa muito curiosa . Outro dia tive a sorte de filmar um grio desovando suas larvas é IRADO ,nunca imaginei que esse inseto nassesce assim . quando vi a materia sobre a esperança eu li todo ,poque na verdadeeu filmei uma esperança em trabalho de parto .Esse filme te entereça? meu email:[email protected].